Suspeito ligado ao PCC é preso no Morro da Cruz, em Sabará

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A Polícia Militar de Minas Gerais realizou, entre a noite de quinta-feira (5) e a madrugada desta sexta-feira (6), duas importantes operações que culminaram na prisão de dois homens suspeitos de integrarem facções criminosas. As ações ocorreram no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, e no Morro da Cruz, em Sabará, na Região Metropolitana.

Divulgação/PM

Durante as operações, foram apreendidas armas de fogo, munições, drogas e equipamentos utilizados no tráfico.

Prisão de gerente do tráfico no Aglomerado da Serra

No Aglomerado da Serra, em BH, a operação “Presença que Protege”, conduzida por militares do Grupo Especializado de Policiamento em Áreas de Risco (GEPAR-7) do 22º Batalhão, resultou na prisão de um homem suspeito de ser o gerente geral do tráfico na região da Del Rey, ligado à facção Comando Vermelho.

O suspeito foi flagrado em um beco da comunidade e tentou fugir ao perceber a aproximação dos policiais, mas foi alcançado e detido. Com ele, foram apreendidos:

  • 1 pistola calibre .380
  • 5 munições intactas
  • 2 carregadores
  • 15 buchas de maconha
  • 46 pinos de cocaína
  • 1 rádio comunicador
  • 1 celular

Suspeito ligado ao PCC é preso no Morro da Cruz, em Sabará

Em Sabará, a ação ocorreu no Morro da Cruz, onde militares do Tático Móvel do 61º Batalhão receberam denúncias anônimas sobre tráfico de drogas no Beco da Colina. Ao se aproximarem do local, os policiais avistaram um homem que tentou fugir para dentro de uma residência, mas foi detido.

Com apoio da equipe ROCCA (Rondas Ostensivas com Cães), os militares localizaram uma grande quantidade de entorpecentes. Segundo a Seção de Inteligência da PM, o suspeito possui ligação com a facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Foram apreendidos:

  • 149 pinos de cocaína
  • 181 pedras de crack
  • 7 buchas de maconha
  • 1 porção maior de maconha

O homem foi encaminhado à delegacia de plantão de Sabará junto com o material apreendido.

De acordo com a Polícia Militar, as ações fazem parte de uma estratégia de repressão qualificada ao crime organizado, com foco na atuação de facções criminosas que disputam o controle do tráfico de drogas em Belo Horizonte e na Região Metropolitana.

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